Saiba como a saúde bucal afeta diferentes doenças

O compromisso com a higiene oral aumenta ao longo da vida, uma consequência direta do estilo de vida e do desenvolvimento de doenças. Manter-se atento é fundamental, afinal, a saúde bucal afeta diferentes doenças e ignorar essa realidade é um risco ao bem-estar como um todo.

Dizer que a saúde começa pela boca faz todo sentido, afinal, ela é fundamental em funções básicas para a sobrevivência e socialização: respirar, mastigar e falar. Além disso, é também a maior cavidade do corpo em contato direto com o meio ambiente, fazendo dela a principal porta de entrada para microorganismos prejudiciais à saúde.

É por esses motivos que o acompanhamento odontológico faz parte da abordagem multidisciplinar no controle de diversas doenças. Seja para prevenir ou tratar, o dentista tem a importante função de evitar que o desenvolvimento de problemas periodontais (gengiva), endodônticos (canal) e cáries agrave o quadro de doenças, causando sofrimento, diminuindo a qualidade de vida ou mesmo interrompendo tratamentos.

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Câncer e cuidados orais

O acompanhamento odontológico é importante durante o enfrentamento do câncer, mesmo que o tumor não esteja alojado na cavidade oral. O profissional consegue avaliar a extensão dos efeitos colaterais que atingem a boca, como mucosite, xerostomia e disgeusia, diminuindo o comprometimento do bem-estar e, junto ao oncologista, evitando ao máximo a interrupção do tratamento.

Mesmo que não seja possível evitar totalmente os desconfortos, o uso de produtos específicos consegue prevenir alguns deles e sempre é importante no alívio dos sintomas e melhora na qualidade de vida. No entanto, uma simples e boa higiene bucal ainda é fundamental, assim como a prevenção e o tratamento de problemas orais não relacionados ao tumor.

Quando distúrbios odontológicos são diagnosticados junto com o câncer, o cenário ideal pede que os procedimentos sejam realizados antes do tratamento oncológico, diminuindo assim a chance da cavidade infeccionar e causar complicações. Para alguns pacientes essa abordagem é praticamente indispensável, como no caso de mulheres que necessitam de proteção e fortalecimento ósseo.

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Diabetes e higiene dental

Pacientes diabéticos têm altas chances de desenvolver doenças periodontais e cáries, como gengivite e periodontite. A xerostomia também é comum, um efeito colateral dos níveis elevados de açúcar e dos medicamentos utilizados para o tratamento.

Quando há um processo inflamatório em pessoas diabéticas, como no caso da periodontite, a absorção de insulina é alterada e pode desestabilizar a saúde do paciente, contribuindo para a progressão da doença. Já a cicatrização de procedimentos que envolvem sangramento costuma ser mais difícil, o que demanda um controle do diabetes antes do tratamento odontológico.

Conforme a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), a administração adequada dos níveis glicêmicos e uma vida sem fumo são medidas essenciais para a prevenção de complicações bucais, assim como a remoção e a limpeza adequada das próteses móveis. Importante destacar que o acompanhamento do diabetes deve ser multidisciplinar, o que inclui consultas odontológicas a cada seis meses ou conforme indicação profissional.

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Hipertensão e problemas cardíacos

A higiene bucal inadequada também tem forte relação com o agravamento de outras doenças crônicas, como hipertensão e problemas cardíacos. Em alguns casos, o mau hábito pode, inclusive, ser considerado um fator de risco independente. 

Um estudo coreano, baseado no levantamento de dados de 19.560 pessoas, constatou que a falta de higiene bucal pode aumentar as chances de hipertensão, com prevalência da pressão alta antes mesmo da periodontite ser revelada. Por outro lado, uma pesquisa italiana, divulgada no periódico Hypertension, revelou que pessoas com pressão alta e boa higiene bucal respondem melhor ao tratamento medicamentoso. Gengivas saudáveis estariam relacionadas a uma pressão sistólica 3 mmHg menor.

Essas doenças também necessitam de produtos específicos para o cuidado oral, como os que promovem a proteção e hidratação da mucosa comprometida pela boca seca (xerostomia). Além disso, o acompanhamento odontológico é importante e demanda atenção: o profissional sempre deve ser informado sobre a existência das doenças. Um dos motivos é que o anestésico utilizado em procedimentos deverá ser sem vasoconstritor.

Orientação e produtos para higiene dental

Além da adoção de hábitos saudáveis, como a completa escovação dos dentes após as refeições e uso do fio dental, a higiene oral de pessoas com as doenças aqui descritas deve incluir produtos que deem uma ajudinha extra na limpeza, sempre que necessário. Eles incluem cremes dentais especiais, escovas elétricas, interdentais, de cerdas macias, enxaguatórios, hidratantes e simuladores de saliva. Por fim, vale reforçar: não há ninguém melhor do que o dentista para orientar a higiene bucal.

Fontes: INPAO Dental I ABORJ I Ministério da Saúde I Unimed I OncoClínicas I SBD I SBD I APCD I UOL I Hanyang



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